Jan 28

Esta é uma daquelas dicas que te faz pensar por horas na vida, no universo e tudo mais em busca de sua aplicação prática, mas que após tantas horas de devaneio te levam à conclusão que a funcionalidade de tal aplicativo é flexível. Eu, por exemplo, irei usar como obra de arte e na verdade foi para isto mesmo que ele foi criado.

A figura que ilustra este post, é a representação gráfica dos movimentos do meu mouse num período de três horas (clique na imagem para ampliá-la). As linhas representam o movimento e os círculos o repouso do cursor, sendo que estes variam de tamanho de acordo com o tempo que o cursor ficou parado.

Além de belas imagens, você pode analisar, por exemplo, onde fica o teu foco na tela. Nesta minha captura, boa parte das três horas foram gastas navegando na internet e cheguei à conclusão que banners do lado direito das páginas não me atrapalham, pois é um local de menor foco.

O aplicativo que captura os movimentos do cursor chama-se Mouse Pointer Track. É baseado em Java e pode ser instalado em Windows, Mac OS e Linux (clique com o botão direito e escolha “Salvar destino como” no link referente ao seu sistema operacional). Caso você ainda não tenha a máquina virtual Java instalada em teu micro, visite o site da Oracle/Sun, faça o download e instale o JRE.

Para executá-lo no Windows, dê um duplo clique no arquivo .exe extraído. No Linux, clique com o botão direito sobre o .jar e escolha a opção “Abrir com Sun Java…”.

Aparecerá um janela onde o desenho já é visualizado. Esta janela poderá ficar minimizada. Para Salvar, pressione a tecla ‘S’ com a janela do aplicativo em primeiro plano e para limpar e reiniciar o desenho, pressione ‘R’.

Divirtam-se!

Fonte: Gizmodo e Flickr

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Dec 23

E vai chegando ao fim o ano de 2009. Ano internacional da Astronomia, das Fibras Naturais, da Reconciliação, da Aprendizagem sobre os Direitos Humanos e do Gorila. Tudo isto designado pela ONU.

No ramo da tecnologia nem preciso dizer que muitas novidades surgiram, pois isto acontece todo ano. Se eu fosse fazer um bico de vidente diria: – Em 2010, teremos muitas novidades tecnológicas; Avatar ganhará um Oscar em alguma categoria e 2012 ganhará um Framboesa e o verão será o mais quente dos últimos tempos e o inverno o mais frio. – Mas alguns eventos, lançamentos, produtos ou serviços merecem destaque.

Na internet não teve para a Google, apesar desta ter descabelado algumas pessoas em busca de convites para um serviço ainda sem muita aplicabilidade e uma mudança de layout confusa, Wave e Orkut respectivamente, o serviço do ano na internet foi o Twitter. O chamado microblog conquistou ainda mais adeptos e foi muito bem utilizado por empresas, que despejaram prêmios e novidades nos seus fiéis seguidores. Além disso, trouxe para perto pessoas ou entidades que antes só eram acessíveis em coletivas de impressa, e-mails, podcasts ou orações, como no caso do @OCriador. Apesar de algumas pessoas ainda taxarem o Twitter de algo “inútil”, pessoalmente, não consigo quantificar o benefício que ele proporcionou. Senti-me muito mais “antenado” com o uso massivo do serviço. Como diz o @Kellsens, você cria o conteúdo que digerirá, seguindo as pessoas que lhe agregarão algo. Nunca antes na história deste país foi possível acompanhar em tempo real os preparativos para o lançamento de uma missão espacial pela @NASA; os bastidores de um Grande Prêmio de Fórmula 1 com o @RuBarrichello e os bastidores da transmissão deste GP com o @LucianoBurti, este que em 2010 não duvido que “tweet” um “Cala boca Galvão”; a gravação e edição de podcasts com o @JovemNerd, @JurandirFilho, @jabour_rio; as notícias do Brasil e do mundo com o @G1, @BBCBrasil e por aí vai. Estes são apenas alguns exemplos que nem arranham a superfície.

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Dec 17

Navegava a esmo, clicando aqui e acolá, quando deparei-me com um post bem interessante que remeteu-me a um assunto abordado no 2º FSL-BH, o formato de arquivos. Até então nunca tinha parado para pensar no assunto, portanto, vamos analisar um pouco.

Cada aplicativo, que pode gerar como resultado um arquivo, atribui uma ou mais extensões a este, porém, uma de cada vez, afinal, um arquivo não pode ter mais de uma extensão ao mesmo tempo. Pense na velha lei da física de que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Isto, claro, se você não acredita na teoria de universos paralelos.

Cada software tem um formato nativo para atribuir aos arquivos e teoricamente, é o formato nativo que garantirá fidelidade no resultado.

Até então tudo bem, em teoria o mundo é perfeito. Porém, todos sabemos que existem ‘n’ aplicativos para ‘n’ atividades e destes ‘n’ aplicativos, uma parte é proprietário, ou seja, você deve comprá-los para usar, outra parte é grátis, mas não tem o código fonte liberado, outra parte é open source e vou deixar uma parte para alguma outra modalidade de software que pode nascer da mistura de outras.

Com tantas opções, o ideal seria uma padronização de formatos, mas como isto é muito complicado de ser obtido a curto prazo, a aceitação de formatos abertos deve ser possível principalmente em ambientes acadêmicos, como no caso da matéria que deu origem a este post, onde alunos do Instituto Federal do Mato Grosso reivindicam a aceitação de ODF, o formato aberto de arquivos que engloba extensões como .odt (documentos de texto), .ods (planilhas eletrônicas), dentre outras, para trabalhos acadêmicos.

O OpenOffice (BrOffice) lê, edita e salva em formatos como o tão popular doc, nativo do famoso Word, o editor de textos da Microsoft. Porém, documentos mais complexos acabam perdendo a formatação ou outros pequenos detalhes ao serem migrados para outra suite de escritório. Pessoalmente já enfrentei problemas neste quesito com apresentações e diagramação de livro. No OpenOffice o livro estava no formato padrão exigido pelas gráficas e editoras. Por curiosidade, abri o mesmo livro no Word e a formatação foi para o espaço. Felizmente tinha a possibilidade de exportar em PDF incluindo as fontes do documento e obtive o resultado desejado em todas as plataformas.

Nenhuma instituição de ensino pode obrigar seus alunos a utilizarem uma aplicação proprietária. Todos têm o direito de ter opções, escolhendo o aplicativo que quiser, que melhor lhe atenta ou que tenha condições de adquirir. No caso do ambiente corporativo, as empresas tem o poder de decidirem os softwares com que trabalharão e se recebem arquivos de clientes e não conseguem abrir, é a própria empresa que sai com a imagem “queimada” nesta história.

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Dec 11

A Mozilla lançou há pouco dias, após mais de dois anos de desenvolvimento, a versão 3 do seu cliente de e-mail, o Thunderbird.

Há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante, fizemos aqui no Umbyte.com uma série de matérias sobre o Thunderbird, com dicas para tirar o máximo de proveito da ferramenta. Se você ainda não conhece este cliente de e-mail, dê uma lida nas matérias anteriores antes de continuar. Aqui, aqui, aqui e aqui.

Pronto, feita as apresentações, vamos ao que de fato interessa, que é a instalação ou atualização do aplicativo no Ubuntu.

No Windows, para instalar é só executar o instalador e seguir os passos. E a atualização, por padrão é automática. No Linux, não é um processo difícil de se fazer manualmente, mas um pouco mais desafiante que no Windows.

Para poupar nosso tempo, existe o Ubuntuzilla, um script que faz todo o trabalho sujo, instalando e atualizando os principais produtos da Mozilla no Ubuntu.

Para instalá-lo, cole e execute no terminal os seguintes comandos:

Atualização (22/12/2009) – Como alguns de nossos leitores notaram que os comandos não funcionavam da mesma forma em todas as distribuições do Ubuntu, os comandos abaixo foram corrigidos para versões mais compatíveis. Se encontrar problemas, diga-nos nos comentários.

1º – Repositório:

echo deb http://switch.dl.sourceforge.net/project/ubuntuzilla/apt all main | sudo tee -a /etc/apt/sources.list > /dev/null

2º – Importação da chave:

gpg --keyserver keyserver.ubuntu.com --recv C1289A29
gpg --export --armor C1289A29 | sudo apt-key add -

3º – Instalação:

sudo apt-get update
sudo apt-get install ubuntuzilla

Pronto, o script está instalado. Agora, é só atualizar o Thunderbird utilizando os comandos:

ubuntuzilla.py -a installupdater -p thunderbird
ubuntuzilla.py -a install -p thunderbird

Lhe será perguntado no terminal em qual idioma deseja instalar. Escolha o número correspondente. Será perguntado também se deseja fazer backup do seu perfil do Thunderbird (caso este já esteja instalado) e se confirma a operação. Basta digitar ‘y’ e apertar o enter.

Os passos anteriores valem também para novas instalações e a palavra thunderbird pode ser substituída por firefox e seamonkey.

Maiores informações você encontrará na wiki e página do projeto.

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Dec 04

Atualmente, com várias mídias sociais espalhadas por aí, fica fácil conhecer um pouco sobre as pessoas pois, tais mídias tornam público as fotos, músicas, vídeos, o que as pessoas estão fazendo, além de outras coisas.

O Flavors.me é um site que cria uma página onde estes serviços são agrupados, criando assim uma espécie de cartão de visita virtual, portfólio ou mesmo uma “verdadeira” página pessoal.

Seu lay-out é extremamente minimalista e customizável, com várias opções de cores, tamanhos e fontes. Aqui você tem algumas páginas de exemplo e aqui está a minha.

Por enquanto, só é possível utilizar o serviço através de convites, que podem ser pedidos no própio site cadastrando seu e-mail.

Abaixo está o vídeo de demonstração do site :

Então, qual é o seu sabor ?

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Nov 29

No último sábado, 28 de novembro de 2009, aconteceu o 2º Festival de Software Livre de Belo Horizonte.

Como sempre, o evento foi super organizado. As palestras e oficinas seguiram horário e localização indicados na programação.

Havia, aparentemente, mais participantes do que na primeira edição evento, mas ainda sobraram muitos crachás na mesa de credenciamento. Quem deixou de ir, perdeu.

Participei da oficina de Inkscape, com o Anderson Viana, e gostei bastante. Deu para conhecer bem a ferramenta, agora é só soltar a imaginação e ilustrar os posts aqui do Umbyte.com.

O Kellsens participou da oficina de Qt e pareceu-me empolgado ao conhecer a ferramenta e fazer dois programas didáticos.

O melhor estava por vir na palestra da Amanda Oliveira, que transformou-se num agradável bate papo. Juntamente com outros membros, ela explicou o que é o projeto KDE-MG, as realizações e planos para o futuro.

Neste bate papo, um funcionário do CEFET-PR, que estava de visita à capital mineira e foi ao evento, contou-nos sobre seus projetos com software livre no sul do Brasil e as frustrações pelas quais passou graças a pessoas com a mente fechada que preferiam piratear um software para a solução de pequenos problemas do que apoiar suas soluções livres.

Parabéns a todos que tornaram este evento possível. Em 2010 muitos outros estão por vir.

Se você foi ao evento e tem alguma sugestão, crítica ou elogio, deixe seu comentário.

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Nov 19

No próximo dia 28 de novembro de 2009, acontecerá em Belo Horizonte o 2º FSL-BH, Festival de Software Livre de Belo Horizonte.

O evento tem o apoio do Centro Universitário UNA e será realizado no campus Barro Preto, localizado na Rua Goitacazes, nº 1159, Belo Horizonte – MG. Veja o mapa.

As inscrições para as palestras, mini-cursos e demais atividades poderão ser feitas até o dia 27 de novembro neste endereço: fslbh.org e serão confirmadas no dia do evento mediante doação de um ou mais livros infanto-juvenil, que serão doados à Fundação Espírita Cárita.

Confira a programação e faça já sua inscrição.

Se você é aluno, indique para seus colegas e se é professor, incentive seus alunos a participarem. Aqui você encontra o banner para divulgação.

DICA: Aproveite esta promoção do Submarino e compre o livro para entregar no dia do evento.

Imagem: Anderson Viana
Apoio: KDE-MG, Ubuntu, Uai, UNA

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Nov 15

Nesta segunda-feira, 16 de novembro de 2009, às 17:28, horário de verão de Brasília (2.28 p.m. EST), teremos o lançamento do ônibus espacial Atlantis. Esta hora e dia podem ser adiados se a condição do tempo não estiver favorável ao  lançamento. O retorno à Terra está previsto para o dia 27 de novembro de 2009. Veja a linha do tempo da missão neste link.

Esta missão tem no comando Charles Hobaugh. Como piloto, Barry Wilmore e os especialistas de missão serão Robert Satcher, Michael Foreman, Randy Bresnik e Leland Melvin.

A missão STS-129 tem como objetivos trazer de volta à Terra a astronauta Nicole Stott e entregar peças para a construção da Estação Espacial Internacional, ISS, como um giroscópio para reposição, além de dois ExPRESS Logistics Carriers, que em resumo são equipamentos que provêem a possibilidade da realização de experimentos científicos na ISS, fornecendo energia elétrica, superfícies de montagem mecânica, etc.

A sigla STS, no nome das missões, significa Space Transportation System, ou Sistema de Transporte Espacial e o número representa a quantidade de missões menos um (129-1=128) que foram ao espaço antes da atual.

O lançamento do Atlantis será transmitido ao vivo pela NASA TV. Maiores detalhes você encontrará na página da missão. Não deixe de seguir também a NASA no Twitter, onde você tem informações em tempo real sobre tudo da Agência Espacial Americana.

Para saber um pouco mais sobre os ônibus espaciais, foguetes e missões, leia este post aqui do Umbyte.com.

Fonte: NASA

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Nov 15

Para o pessoal de Belo Horizonte e cidades vizinhas, neste mês de novembro temos dois eventos confirmados.

O primeiro é a Tecnofeira, que será realizada nos dias 20 e 21 de novembro de 2009 no Minascentro. O evento contará com palestras, mini-cursos e exposições. Para maiores informações, visite o site oficial e para uma pequena experiência de vida relacionada ao evento, vejam este post no site do Wallace G. Oliveira.

No dia 28 deste mês teremos o 2º Festival de Software Livre de Belo Horizonte, que será realizado no Centro Universitário UNA. Maiores detalhes como a localização e a programação serão divulgados aqui no Umbyte.com em breve, mas já podem reservar o dia na agenda.

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Nov 12

Demorou, mas aconteceu! O Google criou sua própria linguagem de programação, a Go. Como dito em seu site, é uma linguagem extremamente rápida, segura e divertida. Por ser muito recente, ela ainda não está sendo utilizada no Google,  porém testes estão sendo feitos. Um exemplo de uso da linguagem é o próprio site da Go, o server por trás do site é um programa Go.

Bom, como todo serviço/produto criado pela Google, já existe um burburinho entre os desenvolvedores acerca da linguagem. Por isso listarei aqui dois sites (em inglês) que falam mais sobre a Go e um ‘atalho’ que listará mais páginas sobre o assunto :

Go-go Google Gopher… Go! Google invents its own programming language

Google goes forward with Go language

Atalho para sites sobre a linguagem Go

A linguagem é open-source e, se você ficou interessado, o site da Go possui tutoriais, documentação e exemplos disponíveis.

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