Apr 14

Fuçando em alguns antigos e-mails, achei esta pérola. É um texto hilário que já foi publicado em vários sites, mas que vale a pena repetir aqui. Então…

Como programadores matam dragões e salvam a princesa utilizando…

Princesa e o DragãoJava – Chega, encontra o dragão, desenvolve um framework para aniquilamento de dragões em múltiplas camadas, escreve vários artigos sobre o framework mas não mata o dragão.

.NET – Chega, olha a ideia do Javanês e a copia, tenta matar o dragão, mas é comido pelo réptil.

C - Chega, olha para o dragão com olhar de desprezo, puxa seu canivete, degola o dragão, encontra a princesa, mas a ignora para ver os últimos checkins no cvs do kernel do linux.

C++ – Cria um canivete básico e vai juntando funcionalidades até ter uma espada complexa que apenas ele consegue entender … mata o dragão mas trava no meio da ponte por causa dos memory leaks.

COBOL – Chega, olha o dragão, pensa que ta velho demais para conseguir matar um bicho daquele tamanho e pegar a princesa e, então, vai embora.

Pascal – Se prepara durante 10 anos para criar um sistema de aniquilamento de dragão … chegando lá descobre que o programa só aceita lagartixas como entrada.

VB – Monta uma arma de destruição de dragões a partir de vários componentes, parte pro pau pra cima do dragão e, na hora H, descobre que a espada só funciona durante noites chuvosas.

PL/SQL – Coleta dados de outros matadores de dragão, cria tabelas com N relacionamentos, complexidade ternária, dados em 3 dimensões e OLAP. Demora 15 anos para processar a informação. Enquanto isso a princesa virou lésbica.

Ruby – Chega com uma p*t* fama, falando que é o melhor e faz tudo. Quando vai enfrentar o dragão mostra um videozinho dele matando um dragão … o dragão come ele de tédio.

Smalltalk – Chega, analisa o dragão e a princesa, vira as costas e vai embora, pois eles são muito inferiores.

Shell – Cria uma arma poderosa para matar os dragões, mas na hora H, não se lembra como usá-la.

Shell(2) – O cara chega no dragão com um script de 2 linhas que mata, corta, stripa, empala e pica em pedacinhos o bicho mas, na hora que ele roda o script, aumenta, engorda, enfurece e coloca NITROGLICERINA no fogo do dragão.

Assembly – Acha que ta fazendo o mais certo e enxuto porém, troca um A por D, mata a princesa e transa com o dragão,

Fortran – Chega e desenvolve uma solução com 45000 linhas de código, mata o dragão e vai ao encontro da princesa. Mas esta o chama de tiuzinho e sai correndo atrás do programador java que era elegante e ficou rico.

FoxPro – Desenvolve um sistema para matar o dragão, por fora é bunitinho e funciona, mas por dentro está tudo remendado, quando ele vai executar o aniquilador de dragões lembra que esqueceu de indexar os DBFs.

Clipper : Monta uma rotina que carrega um array de codeblocks para insultar o dragão, cantar a princesa, carregar a espada para memória, moer o dragão, limpar a sujeira, lascar leite condensado com morangos na princesa gostosa, transar com a princesa, tomar banho, ligar o carro, colocar gasolina e voltar pra casa. Na hora de rodar recebe um “Bound Error: Array Access” e o dragão come ele com farinha.

PHP : Programa uma super versátil espada em apenas 2 dias, que pode se transformar em espada de aço, de sabre de luz ou em um mini-dragão que solta fogo pela boca. Ao atacar o dragão, recebe um parse error on line 9209 e, enquanto tenta descobrir o que diabos aconteceu, o dragão torra ele e fica com a princesa.

MySQL : Chega, vê o dragão, cria as tabelas necessárias para matá-lo, indexa, popula, vê que dá pra matar 1000 dragões, desiste e monta um site estilo web 2.0 pra ganhar dinheiro.

MySQL(2) : Chega, vê o dragão, monta uma super hiper mega query com várias cláusulas where e muitos left joins e, na hora de matar o dragão, o dragão deita, dorme, acorda com fome e o devora, por ele levar 8 horas pra conseguir ler sua fisionomia devido ao limite de um índice utilizado por query.

Oracle : Gasta US$ 80 mil dólares na licença pra obter a espada pra matar o dragão, e quando vai pra luta, o dragão fala: toviassu… nisso, percebe que não pagou US$ 10 mil dólares pelo Oracle Text e não tem como entender o que o dragão diz… o dragão faz um churrasquinho dele e fica com a princesa.

Web 2.0 : Milhões de usuários matam o dragão, e ele fica com a princesa.

Javascript : Com muito esforço mata o dragão, mas não consegue rodar até o servidor onde está a princesa.

Ajax : Vai pra matar o dragão e é devorado porque o servidor demorou muito pra responder

Bytes relacionados :

\\ tags: , ,


3 bytes to “Como programadores matam dragões e salvam a princesa”

  1. 1. Edson SguizzatoNo Gravatar disse:

    Ah programadores. Enquanto os programadores acima distraem o dragão, nós, “não programadores” resgatamos a princesa. Poderia completar esta frase com a famosa e “vivemos felizes para sempre”, mas seria muito gay isso.

    [Responder]

  2. 2. Kellsens WillamosNo Gravatar disse:

    Na realidade, os não programadores tentam “formatar” o dragão, fazem cag****, acabam formatando a princesa e, de quebra, criam uma nova partição, formato príncipe encantado.

    [Responder]

  3. 3. Edson SguizzatoNo Gravatar disse:

    Ok, sua tentativa foi válida, mas devo lembrá-lo, que conheço uma pessoa (é politicamente incorreto dizer que é você mesmo, então mantenho o “conheço uma pessoa”) que quando ocorrem cag**** como a citada, se justificam dizendo: “Pô! Eu sou programador”.

    [Responder]

Deixe aqui seus bytes