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	<title>Um-byte &#187; Dicas</title>
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	<description>Informações em 8 bits</description>
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		<title>Microsoft Math agora é grátis</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 18:29:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é da área de exatas, ao menos já deve ter ouvido falar do Microsoft Mathematics, ferramenta que provê uma calculadora gráfica capaz de resolver equações, construir gráficos em 2D e 3D, dentre outras funções. Essa ferramenta, que era paga, agora está disponível para download, gratuitamente, na Central de Downloads da Microsoft[1]. Tentei instalá-la no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2011/01/math-graficos.png"><img class="alignright size-medium wp-image-2252" title="math-graficos" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2011/01/math-graficos-300x234.png" alt="Microsoft Mathematics 4" width="225" height="176" /></a>Quem é da área de exatas, ao menos já deve ter ouvido falar do Microsoft Mathematics, ferramenta que provê uma calculadora gráfica capaz de resolver equações, construir gráficos em 2D e 3D, dentre outras funções.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa ferramenta, que era paga, agora está disponível para download, gratuitamente, na Central de Downloads da Microsoft[1].</p>
<p style="text-align: justify;">Tentei instalá-la no Linux, por meio do Wine, mas não consegui. Buscando alternativas, encontrei o kAlgebra, disponível nos repositórios das principais distribuições Linux.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2011/01/Kalgebra_welcome.png"><img class="alignright size-medium wp-image-2254" title="Kalgebra_welcome" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2011/01/Kalgebra_welcome-300x184.png" alt="KAlgebra" width="300" height="184" /></a>Quem usa Gnome, pode instalar o KAlgebra também, mesmo este sendo nativo do KDE, pois no momento da instalação, como por exemplo através da Central de Programas do Ubuntu, os principais componentes do KDE, necessários para a execução do aplicativo, também serão instalados.</p>
<p style="text-align: justify;">O KAlgebra conta também com um completo manual de instruções em Português[2].</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #008000;">Links do posts:</span></strong><br />
[1] <a title="Download do Microsoft Mathematics" href="http://www.microsoft.com/downloads/en/details.aspx?FamilyID=9caca722-5235-401c-8d3f-9e242b794c3a" target="_blank">Download do Microsoft Mathematics</a><br />
[2] <a title="Manual de instruções do KAlgebra" href="http://docs.kde.org/stable/pt/kdeedu/kalgebra/index.html" target="_blank">Manual de instruções do KAlgebra</a></p>
<p style="text-align: justify;"><small>Dica: <a href="http://twitter.com/marcodiasm" target="_blank">Marco Aurélio</a></small><small></small></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2011/01/microsoft-math-agora-e-gratis/' addthis:title='Microsoft Math agora é grátis ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Dock para HD</title>
		<link>http://umbyte.com/2011/01/dock-para-hd/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 23:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[review]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de distribuições atuais do Linux reconhecerem quase todo de tipo de hardware que há no mercado, a hora da compra é um momento tenso, precedido de horas de pesquisa. Com a intenção de reaproveitar os HDs do meu micro, cujo processador, após nove anos, &#8220;morreu&#8221;, procurava gavetas para comprar. Enquanto a oferta por HDs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2011/01/DockVantec.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2243" title="DockVantec" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2011/01/DockVantec.jpg" alt="Dock para HD SATA Vantec NexStar" width="178" height="234" /></a>Apesar de distribuições atuais do Linux reconhecerem quase todo de tipo de hardware que há no mercado, a hora da compra é um momento tenso, precedido de horas de pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a intenção de reaproveitar os HDs do meu micro, cujo processador, após nove anos, &#8220;morreu&#8221;, procurava gavetas para comprar. Enquanto a oferta por HDs externos e gavetas apenas para HDs de notebook, também conhecidos como 2,5 polegadas, é grande, as compatíveis com HDs de desktop, 3,5 polegadas, é muito baixa. Nesta maratona, encontrei o Dock da imagem ao lado (algumas lojas chamam de Doca), o Vantec NexStar.</p>
<p style="text-align: justify;">Este dispositivo aceita qualquer HD SATA (SATA I e II; 2,5&#8221; e 3,5&#8221;) e funciona com Windows, Mac OS e Linux (kernel &gt;= 2.4.18), sendo que este último sistema, o fabricante não informou no site. Apenas em letras miúdas na caixa e no manual que vem dentro desta. Por isso o receio no momento da compra. Então, caso você esteja interessado em adquirir este dispositivo e trabalha com Linux, pode comprar sem medo.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal função do Dock é ser um dispositivo de backup, mas pode-se dar a ele outros fins, como slot para HD principal do micro/notebook; fazer e restaurar imagens de discos; dentre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu forte não é a mobilidade. Apesar de ser muito pequeno e leve, a fonte de energia é grande. Além do mais, HDs são dispositivos muito frágeis.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2011/01/dock-para-hd/' addthis:title='Dock para HD ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Hardware certificado pela Canonical</title>
		<link>http://umbyte.com/2010/10/hardware-certificado-pela-canonical/</link>
		<comments>http://umbyte.com/2010/10/hardware-certificado-pela-canonical/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 14:01:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ekaaty]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas que pode causar dor de cabeça aos usuários do Linux, é comprar um hardware e descobrir que ele não funciona, ou funciona parcialmente, com uma distribuição. Se for um usuário avançado, eventuais problemas de compatibilidade serão facilmente resolvidos, mas se for um usuário que deseja ter tudo funcionando com o menor esforço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/10/tux_checked.png"><img class="alignright size-full wp-image-2205" title="tux_checked" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/10/tux_checked.png" alt="" width="136" height="162" /></a>Uma das coisas que pode causar dor de cabeça aos usuários do Linux, é comprar um hardware e descobrir que ele não funciona, ou funciona parcialmente, com uma distribuição.</p>
<p style="text-align: justify;">Se for um usuário avançado, eventuais problemas de compatibilidade serão facilmente resolvidos, mas se for um usuário que deseja ter tudo funcionando com o menor esforço possível, o ideal, antes da compra, é consultar uma lista de equipamentos compatíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Buscar por marca e modelo em ferramentas de pesquisa como Google e Bing, ajuda, mas o ideal é ter de forma clara, no próprio site da distribuição, uma lista informando como o sistema se comporta com determinado equipamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ekaaty Linux é um exemplo. Os próprios usuários testam e enviam para os mantenedores do sistema um relatório de como a distribuição se comportou em seus micros. O relatório fica disponível em uma página exclusiva <small>[1]</small> para este fim, onde o interessado pode verificar o nível de compatibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Canonical, responsável pelo famoso Ubuntu, também tem uma página assim <small>[2]</small>, mas em vez dos usuário fazerem os testes, eles são feitos ou pelo fabricante, ou pela própria Canonical.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de selo. O Ubuntu Certified, onde os fabricantes enviam os sistemas e equipamentos para que os engenheiros da Canonical façam os teste e o Ubuntu Ready, onde o próprio fabricante realiza os testes com uma suite fornecida pela Canonical.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, se está pensando em adquirir um novo micro, notebook, etc, consulte antes e dê preferência aos fabricantes que têm o cuidado de no mínimo, informar previamente se seu hardware é compatível ou não.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #008000;">Links do post:</span></strong><br />
[1] <a title="Lista de marcas compatíveis com o Ekaaty Linux" href="http://www.ekaaty.org/v4/index.php/comunidade/compatibilidade" target="_blank">Compatibilidade de hardware com o Ekaaty</a><br />
[2] <a title="Lista de hardwares compatíveis com o Ubuntu" href="http://webapps.ubuntu.com/certification/" target="_blank">Compatibilidade de hardware com o Ubuntu</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><small>Fonte: <a title="Espaço Liberdade" href="http://espacoliberdade.blog.br/blog/?p=1978" target="_blank">Espaço Liberdade</a></small></em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/10/hardware-certificado-pela-canonical/' addthis:title='Hardware certificado pela Canonical ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Transforme seu micro numa TV</title>
		<link>http://umbyte.com/2010/09/transforme-seu-micro-numa-tv/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Sep 2010 20:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Assistir TV da forma como assistia-se antigamente, que é sentando-se no sofá ao lado da família e dedicando 100% da atenção ao aparelho, é algo raro de se ver dentre aqueles que possuem banda larga e estão inseridos nas principais ferramentas de redes sociais. Por outro lado, assistir TV estando ao mesmo tempo conectado a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-2169" title="tvtime" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime1.png" alt="tvtime" width="162" height="49" />Assistir TV da forma como assistia-se antigamente, que é sentando-se no sofá ao lado da família e dedicando 100% da atenção ao aparelho, é algo raro de se ver dentre aqueles que possuem banda larga e estão inseridos nas principais ferramentas de redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, assistir TV estando ao mesmo tempo conectado a tais ferramentas tornou-se uma atividade interessante. É como se estivéssemos em uma imensa sala de estar, compartilhando em tempo real opiniões a respeito do que é exibido.</p>
<p style="text-align: justify;">O aparato tecnológico ideal para isso é uma TV LCD, ou LED, ao lado do monitor do seu micro. Porém, o aparelho funcionando como TV, no seu escritório ou quarto, seria um desperdício de área de trabalho estendida em potencial. Então, para aqueles que tem ou não uma televisão, uma boa alternativa é uma placa de captura ligada ao micro ou notebook, fazendo com que a imagem da TV seja exibida em uma janela.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você gostou da ideia e pretende adquirir uma dessas placas e utiliza como sistema operacional o Windows, a maioria delas vem acompanhada de um CD com drivers e o aplicativo para a exibição, mas se você utiliza o Linux, os vendedores e sites dirão que este sistema operacional não é suportado. Então, para não errar e comprar uma placa que não funciona no Linux, o melhor conselho que dou é pesquisar intensamente e descobrir se outras pessoas conseguiram utilizar.<br />
<span id="more-2149"></span><br />
Há alguns anos atrás, fazer uma placa de captura funcionar no Linux realmente era uma tarefa complicada. Hoje em dia, só preciso instalar o aplicativo para exibir as imagens, pois praticamente todas as distribuições Linux reconhecem minha PixelView PlayTV USB 2.0 [1].</p>
<p style="text-align: justify;">O aplicativo que recomendo para exibição das imagens é o TVTime [2].</p>
<p style="text-align: justify;">Sua instalação é simples, pois ele está nos repositórios das principais distribuições Linux. No Ubuntu e distribuições baseadas neste, através da Central de Programas, basta buscar pelo nome tvtime e pedir para instalar. Caso o ambiente de desktop seja o KDE, o processo de instalação não solicita nenhuma configuração. No Gnome, será perguntado o padrão de TV, que aqui no Brasil é Pal-M, e a fonte do sinal, ou seja, antena, cabo, etc. Mas não se preocupe em escolher corretamente essas preferências no momento da instalação, pois elas podem ser alteradas futuramente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao executar o programa, você notará que a janela é simples, sem menus. Isso porque ele adota menus semelhantes aos aparelhos de TV. Para acessá-lo, clique com o botão direito em qualquer ponto dentro da área de visualização da imagem ou pressione a tecla F1.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparecerá um menu semelhante ao observado na figura 1. Para navegar por ele, utilize as setas de direção, para cima e para baixo ou o mouse. E para acessar um item, pressione enter ou dê um clique.</p>
<div id="attachment_2155" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-1.png"><img class="size-medium wp-image-2155" title="tvtime-1" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-1-300x233.png" alt="" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1</p></div>
<p style="text-align: justify;">O primeiro item, <strong>Gestão de canais</strong>, estará disponível apenas se a fonte de vídeo for uma antena (radiodifusão), que é o sinal de TV aberta captado por antenas VHF ou UHF. Acessando este item, você terá opções de realizar ajustes e buscar canais, já que sua placa de captura estará realizando os trabalhos de decodificar o sinal da antena e filtrar as frequências. Para trocar de canais, utilize as teclas de navegação do teclado, para cima e para baixo quando o menu não estiver sendo visualizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente as placas de captura possuem controle remoto, mas ainda não consegui fazer com que este funcione no Linux, já que no Windows, a capacidade deste controlar a placa é provida por meio de um outro aplicativo, além do driver da mesma. Como no meu caso não utilizo como fonte de vídeo uma antena, isto não é um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">No outro item do menu, <strong>Configuração da entrada</strong>, visto na figura 2, você terá a opção de alterar a fonte de vídeo. Pressione a tecla enter, ou dê um clique para alterar a fonte de vídeo. As opções disponíveis irão variar de acordo com a placa e outros dispositivos de vídeo que estejam conectados ao micro, como webcams, por exemplo. No caso da PixelView PlayTV USB 2.0, as opções são: <em>Television</em> para ativar a entrada coaxial; <em>Composite1</em> para as entradas RCA; <em>S-Video</em> para ativar a entrada Super Video.</p>
<div id="attachment_2156" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-2.png"><img class="size-medium wp-image-2156" title="tvtime-2" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-2-300x233.png" alt="" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2</p></div>
<p style="text-align: justify;">O item, <strong>Modo de áudio preferido</strong>, terá opção de saída de som <em>Estereo</em>, <em>Mono</em> e <em>SAP</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O terceiro item, <strong>Change default audio standard</strong>, normalmente não requer alteração. Estes itens, nos quais nunca precisei mexer, não citarei aqui, senão este post ficará imenso. Qualquer dúvida a respeito de algum deles, utilize o espaço de comentários abaixo para perguntar.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>Norma de televisão</strong> é um item importante. Caso a imagem esteja preto e branco, ou então não seja exibida, verifique se a opção <em>Pal-M</em> está selecionada, como na figura 3. Este é o padrão do Brasil. Existem alguns raros casos que a melhor opção será o <em>NTSC</em>. Teste e veja qual será a opção correta no seu caso.</p>
<div id="attachment_2157" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-3.png"><img class="size-medium wp-image-2157" title="tvtime-3" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-3-300x233.png" alt="" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na <strong>Resolução horizontal</strong>, você poderá configurar a qualidade da definição. Para TV a cabo, utilizo <em>768 pontos</em> e para TV aberta, <em>720 pontos</em>. Este menu possui a opção <em>Reiniciar com as novas preferências</em>. Utilize-o para aplicar as mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao menu principal, figura 1, no item <strong>Preferências da imagem</strong>, você encontrará opções para alterar o <strong>Brilho</strong>, <strong>Contraste</strong>, <strong>Saturação</strong> e <strong>Cor</strong>. Se fizer alterações, poderá gravá-las para serem o padrão, ou então retornar aos valores iniciais se não gostar das mudanças que fez. Não abuse no brilho, mesmo se o ambiente for escuro. Isso causará cansaço e ardência nos olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Novamente, retornando ao menu principal, temos também o item <strong>Processamento de vídeo</strong>, no qual nunca precisei realizar alterações, mas vale citar os recursos que o item <strong>Filtros de entrada</strong> possui, como o <em>Espelho</em>, que inverte as imagens para que estas sejam corretamente visualizadas se forem refletidas em um espelho e <em>Preto e branco</em>, que pode facilitar a vida das pessoas que possuem um alto grau de daltonismo, eliminando as cores.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o último item do menu principal, a <strong>Configuração de saída</strong>, cujos itens podem ser vistos na figura 4.</p>
<div id="attachment_2158" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-4.png"><img class="size-medium wp-image-2158" title="tvtime-4" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-4-300x233.png" alt="" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 4</p></div>
<p style="text-align: justify;">O primeiro item, <strong>Preferência de overscan</strong>, permite um ajuste fino no tamanho da imagem. No meu caso, utilizo <em>2,0%</em>. Uma dica para alterar este item, é diminuí-lo ao máximo, até <em>0,0%</em>. Você verá que a imagem estará menor que a tela e com alguns pontos brancos no topo. Aumente o valor de overscan até que o pontos sumam.</p>
<p style="text-align: justify;">O item <strong>Saída 16:9</strong> deve ser marcado caso seu monitor seja widescreen.</p>
<p style="text-align: justify;">A opção <strong>Ecrã completo</strong>, mais conhecida como tela cheia ou fullscreen, pode ser ativada marcando esta opção, ou então pressionando a tecla F.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas são as configurações básicas para que você tenha disponível a imagem da TV numa janela do seu Linux, como na figura 5.</p>
<div id="attachment_2159" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-5.png"><img class="size-medium wp-image-2159" title="tvtime-5" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/tvtime-5-300x233.png" alt="" width="300" height="233" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 5</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma dica valiosa, caso veja a imagem, mas não ouça o som, é alterar o volume através das teclas de direção, direita e esquerda, do teclado. Muitas vezes o volume pode estar com valor zero, mesmo o seu controle geral de volume estando no máximo. A seguir outros atalhos de teclado que podem ser úteis:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Fechar tvtime:</strong> Esc ou Q</li>
<li><strong>Mostrar menu:</strong> F1 ou Tab</li>
<li><strong>Mute:</strong> M</li>
<li><strong>Exibir Estimativa de Desempenho:</strong> D</li>
<li><strong>Alternar entre 4:3 e 16:9:</strong> A</li>
<li><strong>Tela cheia:</strong> F</li>
<li><strong>Alternar entre fontes de vídeo:</strong> I</li>
<li><strong>Closed Caption:</strong> C</li>
<li><strong>Tipo de áudio:</strong> E</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #008000;">Links do post:</span></strong><br />
[1] <a title="Foto da placa de captura PixelView PlayTV USB 2.0" href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/PixelView-PlayTV-USB-2.0.png" target="_self">Foto da placa de captura PixelView PlayTV USB 2.0</a><br />
[2] <a title="TVTime" href="http://tvtime.sourceforge.net/" target="_blank">Site do aplicativo TVTime</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/09/transforme-seu-micro-numa-tv/' addthis:title='Transforme seu micro numa TV ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Linux Mint</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 15:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://umbyte.com/?p=2139</guid>
		<description><![CDATA[Mesmo já estando na versão 9, apenas na última semana, ao acaso, lendo uma matéria de revista, soube da existência do Linux Mint. Essa distribuição, baseada no Debian e Ubuntu, de acordo com o site oficial[1], já é o quarto sistema operacional mais usado nos lares pelo mundo, ficando atrás de Windows, Mac OS e Ubuntu. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/linux-mint.png"><img class="alignright size-full wp-image-2142" title="linux-mint" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/linux-mint.png" alt="Linux Mint" width="165" height="149" /></a>Mesmo já estando na versão 9, apenas na última semana, ao acaso, lendo uma matéria de revista, soube da existência do Linux Mint.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa distribuição, baseada no Debian e Ubuntu, de acordo com o site oficial<small>[1]</small>, já é o quarto sistema operacional mais usado nos lares pelo mundo, ficando atrás de Windows, Mac OS e Ubuntu.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto surgiu em 2006 com a proposta de ser um sistema moderno, elegante e confortável, ao mesmo tempo poderoso e fácil de usar. Pelo que percebi nos testes, a proposta foi cumprida, tornando o Mint não apenas mais uma distribuição entre tantas outras, mas sim uma que, para o usuário final que não quer muito trabalho ou está tendo seu primeiro contato com o Linux, é uma ótima alternativa às demais.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de instalação é exatamente igual ao do Ubuntu. A diferença está no que será instalado. Ao contrário do sistema da Canonical, o Mint vem preparado para multimídia, reproduzindo os principais formatos de áudio e vídeo sem a necessidade de instalar os pacotes de codecs; vem também preparado para navegação, tendo o Flash e a máquina virtual Java também inclusas na instalação, além de reconhecer placas wireless cujos drivers o Ubuntu não pode trazer embarcado.<br />
<span id="more-2139"></span><br />
O ambiente de desktop padrão é o Gnome, sendo que este foi modificado, trazendo apenas uma barra na margem inferior, estilo KDE, com todos os atalhos para diretórios e aplicações reunidos em um único menu como visto na figura 1.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_2143" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/MenuMint.png"><img class="size-medium wp-image-2143" title="MenuMint" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/09/MenuMint-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1</p></div>
<p style="text-align: justify;">O interessado terá várias opções para escolher<small>[2]</small>. Além do Gnome, ele possui versões com KDE, Fluxbox, Xfce e LXDE.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao suporte a aplicativos, além dos repositórios próprios, o Mint usa os do Ubuntu. Com isso o usuário terá à disposição uma infinidade de pacotes ao alcance de um clique, pois ele possui um gerenciador de programas estilo a Central de Programas do Ubuntu.</p>
<p style="text-align: justify;">O único ponto negativo que notei, está relacionado ao idioma do sistema. Tanto nas versões com Gnome e KDE, que foram as únicas que testei, mesmo escolhendo o português do Brasil no instalador e o processo de instalação ter ocorrido com este idioma, se o usuário não possuir uma conexão com a Internet, o sistema continuará, em boa parte, em inglês. Mas se o usuário possuir a conexão, ele solicitará o download dos pacotes de idioma e os instalará automaticamente. No Gnome este processo ocorreu tranquilamente, mas no KDE alguns erros surgiram e foram necessárias várias tentativas para a instalação do pacote de idiomas.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo curioso, é cada nova versão do Mint receber como codinome o nome de uma mulher terminado com &#8216;a&#8217;. A última está sob o nome de Isadora<small>[3]</small>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo que testei nos últimos dias, posso dizer que &#8220;Isadora&#8221; e eu teremos uma relação tranquila, mas só no desktop e até que a próxima, cujo nome também terminará com &#8216;a&#8217;, chegue e me conquiste.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #008000;">Links do post:</span></strong><br />
[1] <a title="Informações sobre o Linux Mint" href="http://www.linuxmint.com/about.php" target="_blank">Sobre o Linux Mint</a><br />
[2] <a title="Página para download do Linux Mint" href="http://www.linuxmint.com/download.php" target="_blank">Download do Linux Mint</a><br />
[3] <a title="Nomes das versões anteriores do Linux Mint" href="http://www.linuxmint.com/oldreleases.php" target="_blank">Nomes das versões anteriores do Mint</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/09/linux-mint/' addthis:title='Linux Mint ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Trabalhe na Google</title>
		<link>http://umbyte.com/2010/08/trabalhe-na-google/</link>
		<comments>http://umbyte.com/2010/08/trabalhe-na-google/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem costuma prestar atenção nas revistas das bancas ou é assinante, deve ter observado nos últimos dias, na capa da Época, o destaque para as 100 melhores empresas para trabalhar e o logotipo da Google, considerada a empresa que tem o melhor ambiente de trabalho, dado o estilo descontraído que tanto ouvimos. Falar que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/08/Android_vagas.jpg"><img class="size-full wp-image-2071 alignright" title="Android_vagas" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/08/Android_vagas.jpg" alt="Android anuncia: Há vagas na Google" width="179" height="127" /></a></p>
<p>Quem costuma prestar atenção nas revistas das bancas ou é assinante, deve ter observado nos últimos dias, na capa da Época, o destaque para as 100 melhores empresas para trabalhar e o logotipo da Google, considerada a empresa que tem o melhor ambiente de trabalho, dado o estilo descontraído que tanto ouvimos.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar que a Google é isso ou aquilo é fácil, mas quem pode dizer se ela é tudo isso, são os funcionários. Então, se você quer comprovar se existe mesmo este oásis no deserto corporativo, aproveite a oportunidade e concorra a uma das 17 vagas disponíveis, em Belo Horizonte e São Paulo, para trabalhar na gigante da internet.</p>
<p style="text-align: justify;">A descrição, local e como se inscrever você encontrará no link da Info abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>Links do Post</strong></span><br />
<a title="Info Plantão - Google tem 17 vagas de emprego em SP e MG" href="http://info.abril.com.br/noticias/carreira/google-tem-17-vagas-de-emprego-em-sp-e-mg-24082010-30.shl" target="_blank">Info – Google tem 17 vagas de emprego em SP e MG</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/08/trabalhe-na-google/' addthis:title='Trabalhe na Google ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Áudio e vídeo no chat do Gmail agora para Linux</title>
		<link>http://umbyte.com/2010/08/audio-e-video-no-chat-do-gmail-agora-para-linux/</link>
		<comments>http://umbyte.com/2010/08/audio-e-video-no-chat-do-gmail-agora-para-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 14:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Gmail]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 12 de novembro, do longínquo ano de 2008[1], o Gmail disponibilizou aos usuários do Windows e MacOS a possibilidade de conversar por áudio e vídeo na tela do próprio navegador onde o e-mail é visualizado. Agora, quase dois anos depois, nós, usuários Linux, também poderemos utilizar este recurso. Basta acessar a página do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/08/AV_gmail.png"><img class="alignright size-full wp-image-2059" title="AV no Gmail" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/08/AV_gmail.png" alt="" width="188" height="146" /></a>No dia 12 de novembro, do longínquo ano de 2008<em><small>[1]</small></em>, o Gmail disponibilizou aos usuários do Windows e MacOS a possibilidade de conversar por áudio e vídeo na tela do próprio navegador onde o e-mail é visualizado.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, quase dois anos depois, nós, usuários Linux, também poderemos utilizar este recurso.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta acessar a página do plugin<em><small>[2]</small></em>; clicar no botão “Instalar bate-papo por voz e vídeo”; baixar e instalar o pacote; fechar todas as janelas do navegador que estejam abertas; acessar o Gmail e escolher um contato que tenha o ícone de uma câmera.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #008000;">Links do post:</span></strong><br />
[1]<a title="Umbyte.com - Áudio e Vídeo no Chat do Gmail" href="http://umbyte.com/2008/11/audio-e-video-no-chat-do-gmail/" target="_self">Umbyte.com anuncia Áudio e vídeo no chat do Gmail</a><br />
[2]<a title="Instalar plugon de bate-papo por voz e vídeo no Gmail" href="http://www.google.com/chat/video" target="_blank">Instalar plugin de bate-papo por voz e vídeo</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/08/audio-e-video-no-chat-do-gmail-agora-para-linux/' addthis:title='Áudio e vídeo no chat do Gmail agora para Linux ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Curso Online e Gratuito de Python</title>
		<link>http://umbyte.com/2010/08/curso-online-e-gratuito-de-python/</link>
		<comments>http://umbyte.com/2010/08/curso-online-e-gratuito-de-python/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 15:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudantes e profissionais da área de TI, desde hardware até desenvolvimento web, provavelmente já ouviram falar da linguagem de programação Python[1]. Essa linguagem, conhecida por sua facilidade, seja no aprendizado ou no uso, é empregada para diversos fins. Um deles é como linguagem de script[2], que auxilia na instalação de aplicativos e também na manutenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/08/python_logo.png"><img class="size-full wp-image-2047 alignright" title="Python" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/08/python_logo.png" alt="Logo do Python" width="133" height="133" /></a><br />
Estudantes e profissionais da área de TI, desde hardware até desenvolvimento web, provavelmente já ouviram falar da linguagem de programação Python<small>[1]</small>.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa linguagem, conhecida por sua facilidade, seja no aprendizado ou no uso, é empregada para diversos fins. Um deles é como linguagem de script<small>[2]</small>, que auxilia na instalação de aplicativos e também na manutenção de servidores e desktops. Usuários de distribuições Linux, como o Ubuntu, ao instalar alguma aplicação via terminal, já observaram o Python trabalhando.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, em vez de só ouvir falar da linguagem, é possível aprendê-la através de um curso online e gratuito do Under-Linux<small>[3]</small>.</p>
<p style="text-align: justify;">Através de posts periódicos e exercícios que o autor corrige através dos comentários, o interessado pode conhecer e praticar programação em Python.</p>
<p style="text-align: justify;">Programar bem não é tarefa fácil, não importa qual a linguagem adotada. Também não é o objetivo de todo profissional de TI.</p>
<p style="text-align: justify;">O bom programador, não se preocupa apenas em apresentar o programa funcionando (apesar de ser isso que muitas empresas exigem, e no menor tempo possível). O bom programador preza pelo desempenho e segurança da sua aplicação, além de outros fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, indico também nos links do post, o livro Conceitos de Linguagens de Programação, do Robert W. Sebesta, cuja 5ª edição está (quase toda) disponível gratuitamente no Google Books<small>[4]</small>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #008000;">Links do post:</span><br />
</strong> [1] <a title="Um pouco sobre a linguagem de programação Python" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Python" target="_blank">Um pouco sobre a linguagem Python</a><br />
[2] <a title="O que é uma linguagem de script?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_script" target="_blank">O que é uma Linguagem de script?</a><br />
[3] <a title="Curso de Python gratuito no Under-Linux" href="http://under-linux.org/curso-de-python-gratuito-no-under-linux-1266/" target="_blank">Curso de Python gratuito no Under-Linux</a><br />
[4] <a title="Livro: Conceitos de Linguagens de Programação" href="http://books.google.com.br/books?id=b0tcn_uPLoAC&amp;lpg=PA15&amp;ots=zGKKgiKE5L&amp;dq=conceitos%20de%20linguagem%20de%20programa%C3%A7%C3%A3o&amp;lr&amp;pg=PP1#v=onepage&amp;q&amp;f=false" target="_blank">Livro: Conceitos de Linguagens de Programação</a></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/08/curso-online-e-gratuito-de-python/' addthis:title='Curso Online e Gratuito de Python ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova fonte para o Ubuntu</title>
		<link>http://umbyte.com/2010/07/nova-fonte-para-o-ubuntu/</link>
		<comments>http://umbyte.com/2010/07/nova-fonte-para-o-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 21:27:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[É impressionante como pequenos detalhes fazem uma grande diferença no resultado final. Digo isso após experimentar no meu Ubuntu uma nova fonte feita pensando neste sistema operacional. Ela ainda está em fase beta e muito provavelmente virá inclusa no próximo Ubuntu, o Marverick Meerkat, que tem lançamento previsto para o dia 10 de outubro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/07/PrefAparencia.png"><img class="alignright size-full wp-image-2001" title="Preferências de Aparência" src="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/07/PrefAparencia.png" alt="" width="319" height="215" /></a>É impressionante como pequenos detalhes fazem uma grande diferença no resultado final. Digo isso após experimentar no meu Ubuntu uma nova fonte feita pensando neste sistema operacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela ainda está em fase beta e muito provavelmente virá inclusa no próximo Ubuntu, o Marverick Meerkat, que tem lançamento previsto para o dia 10 de outubro de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">A imagem acima mostra as configurações de tamanho que usei para meu notebook, que possui tela de 15,4 polegadas, widescreen, com a resolução de vídeo em 1280&#215;800.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você também deseja experimentar esta nova fonte, <a title="Fonte Ubuntu Beta" href="http://umbyte.com/wp-content/uploads/2010/07/UbuntuBetaNEW.ttf" target="_blank">baixe-a aqui</a> e instale, sendo que para instalá-la, basta abrir o arquivo com extensão ttf que baixou, abri-lo e clicar no botão &#8216;Instalar fonte&#8217; que estará na margem inferior direita da janela que se abrirá. Após instalada, acesse o menu <strong>Sistema</strong>, <strong>Preferências</strong>, <strong>Aparência</strong>, navegue até a aba <strong>Fontes</strong> e troque a atual dos quatro primeiros campos como a imagem acima. Sugiro que deixem a última opção, &#8216;Fonte de largura fixa&#8217;, como Monospace, para que o texto do terminal não fique embaralhado, de difícil leitura.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><small>Fonte: <a title="Meio Bit - A nova (e bela) fonte do Ubuntu" href="http://meiobit.com/70152/nova-fonte-ubuntu/" target="_blank">Meio Bit</a></small></em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/07/nova-fonte-para-o-ubuntu/' addthis:title='Nova fonte para o Ubuntu ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como saber a qual operadora pertence um número celular</title>
		<link>http://umbyte.com/2010/03/como-saber-a-qual-operadora-pertence-um-numero-celular/</link>
		<comments>http://umbyte.com/2010/03/como-saber-a-qual-operadora-pertence-um-numero-celular/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 05:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Sguizzato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a portabilidade, não dá mais para saber a qual operadora de celular pertence um número apenas analisando o prefixo. Isto atinge diretamente aquelas pessoas que participam de promoções e só possuem bônus para uma operadora específica, normalmente a sua própria. Para resolver este contratempo, a ABR Telecom, Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações, disponibiliza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com a portabilidade, não dá mais para saber a qual operadora de celular pertence um número apenas analisando o prefixo. Isto atinge diretamente aquelas pessoas que participam de promoções e só possuem bônus para uma operadora específica, normalmente a sua própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Para resolver este contratempo, a <a title="ABR Telecom" href="http://www.abrtelecom.com.br" target="_blank">ABR Telecom</a>, Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações, disponibiliza uma consulta online que retorna o nome da operadora que está provendo o serviço para dado número.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta acessar <a title="Consulta operadora - ABR Telecom" href="http://consultanumero.abr.net.br:8080/consultanumero/" target="_blank">esta página</a> e digitar o DDD seguido do número do celular.</p>
<p style="text-align: justify;">Por segurança, a página pede que o usuário digite também um <a title="O que é captcha?" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA" target="_blank">captcha</a>, aquelas letras embaralhadas, antes de apresentar a situação atual do número consultado.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><small>Sugestão de post enviada por <a href="http://www.linkedin.com/in/marcodiasm" target="_blank">Marco Aurélio</a>.</small></em></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://umbyte.com/2010/03/como-saber-a-qual-operadora-pertence-um-numero-celular/' addthis:title='Como saber a qual operadora pertence um número celular ' ><a href="//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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