Apr 27

Como foi noticiado aqui , no último sábado aconteceu o FLISoL em várias cidades da América latina e aqui em Belo Horizonte, o Um-byte estava presente. Assistimos as palestras do período da tarde e saímos com código livre correndo nas veias.

Chamou a atenção no evento a variedade do público, o qual não era muito grande, mas como confessou um dos organizadores do evento, o Frederico Gonçalves, isto era esperado. Nas palavras dele: “O FLISoL não é para ser um evento grande”, justamente porque cada pessoa que lá estava saiu com a missão de “catequizar” novos usuários, multiplicando assim os efeitos do evento, mas sem “xiitismo”. Esta foi a missão que Duda Nogueira nos deixou após sua palestra “Software Livre: Uma revolução que não vai passar na TV”.

Encerrando o ciclo de palestras, tivemos a apresentação de Clever de Oliveira Júnior, do DRI, Departamento de Recursos em Informática, do CEFET-MG que mostrou-nos um projeto com o uso do Open LDAP em andamento na instituição que deu orgulho, só de  saber que o dinheiro público não foi investido em sistemas pagos e sim em infra-estrutura. Confesso que saí desta palestra perguntando: “Active Directory pra que?”

No próximo ano o FLISoL está de volta, mas enquanto isto, outros eventos ocorrerão e o Um-byte estará cobrindo.

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Feb 28

Todos têm uma fonte de inspiração. Nós aqui do Um-byte não somos diferentes, mas a fonte de inspiração de cada um que aqui trabalha continuará em segredo, pois este post é para falar das nossas fontes de conteúdo.

Visando compartilhar com você, querido leitor, os sites dos quais somos fiéis seguidores, inauguramos hoje a página Links, que já está disponível logo acima entre o Quem Somos e Fale Conosco.

Nesta página listamos os principais sites que consultamos todos os dias e que nos mantém a par de tudo o que está acontencendo nos mais variados campos de interesse.

Não deixe de conferir e sempre que novos links forem adicionados, avisaremos no mural de recados ao lado e via Twitter (Twitter Edson e Twitter Um-byte).

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Feb 25

Dizem que no Brasil as coisas começam a funcionar de vez só depois do carnaval, então foliões, hora de enrolar o colchonete, destruir os abadás, lembrar-se em que cidade estão e retornarem ao mundo real. Já os nerds, que dedicaram o feriado a filmes e seriados, hora de socializarem-se (ou pelo menos tentarem).

A dica de hoje é uma nova palestra do Luli Radfahrer, ministrada no 13º encontro de Web Design em Curitiba, Porto Alegre e São Paulo com o tema: “Mecânica dos fluídos – Design no ambiente elástico“. Quem ainda não conhece o Luli, não deixe de conferir a palestra que postamos aqui e ainda faz sucesso entre nossos novos leitores.

Um dos nossos colaboradores (não vou citar o nome só pra vocês visitarem a página Quem Somos, mas digo que o nome dele tem a letra ‘X’) demonstrou não gostar das idéias do Luli, porém não disse porque. (Esta é a sua chance, Sr. X!) Eu digo que interesso-me pelas palestras, por gostar das longas viagens que ele dá para exemplificar certos assuntos, como na segunda parte logo abaixo, onde é mostrado um vídeo de uma garota de no máximo dois anos utilizando um iPhone. Tudo isto para falar sobre interface, design  e usabilidade.

Acomodam-se nas cadeiras e aproveitem.

Primeira parte:

Segunda parte:

Fonte: Luli

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Feb 15


Ultimamente tenho indicado, com uma certa frequência, o Open Office para quem não tem licença do Microsoft Office e precisa de uma suite de aplicativos para escritório em seu micro.

A versão Professional do Microsoft Office 2007 está, hoje, em torno de R$900,00 e a Home & Student, R$250,00. Esta última, traz os aplicativos básicos (Word, Excel, PowerPoint e One Note) para o uso doméstico e acadêmico, mas como em tempos de crise qualquer economia é bem vinda, não gastar nada é a melhor opção. Como não apoiamos a pirataria de software, tal economia é alcançada por meio do Open Office, uma suite de aplicativos para escritório que não deixa nada a desejar ao seu seu maior rival.

Para obter o instalador, clique aqui e faça o download (Obs: A versão brasileira do Open Office chama-se Br Office). A página de download irá identificar automaticamente seu sistema operacional. Confira esta informação e caso o sistema indicado não seja o que você está utilizando, escolha a opção correta (Windows, MAC OS, Linux).

Para instalar, basta seguir as instruções do instalador. O processo não difere dos  aplicativos mais comuns que você já instalou.

Quem não deseja instalar a suite completa, pode escolher os aplicativos a serem instalados, sendo eles:

Writer – Editor de textos equivalente ao Word;
Calc – Editor de planilhas equivalente ao Excel;
Impress – Para criação de apresentações. Equivale ao PowerPoint;
Draw – Para desenhos, fluxogramas. Equivale ao Visio;
Math – Criação e edição de fórmulas científicas e equações;
Base – Equivalente ao Microsoft Access.

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Nov 28

Como todos vêm acompanhando nos últimos dias, várias cidades do estado de Santa Catarina foram devastadas por fortes chuvas.

Nestas situações, infelizmente, algumas pessoas mal intencionadas criam spams contento links e falsas contas bancárias para retirar dinheiro ou contaminar o micro de quem quer ajudar de alguma forma os atingidos. Sem contar situações como esta citada pelo Cardoso.

Nenhum órgão do governo, como a Defesa Civil, envia e-mails para pedir ajuda.

Se você deseja ajudar, a Defesa Civil de Santa Catarina abriu contas bancárias para receber doações em dinheiro. Os interessados podem depositar qualquer quantia nas seguintes contas:

- Banco do Brasil
Agência: 3582-3
Conta corrente: 80.000-7

- Besc
Agência: 068-0
Conta Corrente: 80.000-0

- Caixa Econômica Federal
Agência: 1877
operação 006
conta 80.000-8

- Bradesco
Agência: 0348-4
Conta Corrente: 160.000-1

O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ – 04.426.883/0001-57.

Se desejar doar outra coisa que não dinheiro, maiores informações podem ser encontradas neste post do Bobagento ou no G1.

Atualização (28/11-10:30): Outra forma de ajudar com alimentos, roupas, etc, é levar estes itens ao corpo de bombeiros da sua cidade em qualquer lugar do Brasil, que eles encaminharão para o estado de SC.

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Nov 12


Após dias resolvendo problemas no notebook, estou de volta e agora com o Ubuntu como sistema operacional principal. Mas este post não é sobre Linux e muito menos sobre meus problemas com meu companheiro de trabalho de todas as horas.

O Windows 7 está em destaque nas notícias ultimamente. Muito se espera deste novo sistema e muito vem sendo prometido. Para matar a curiosidade de uns e despertar o sentimento de “whatever” em outros, vamos dar uma olhadinha em como está o sistema, começando pela instalação.

Para instalar o Microsoft Windows 7 Build 6801, o primeiro beta desta nova versão disponibilizado para o público, criei uma máquina virtual no VirtualBox com a seguinte configuração: 15 GB de HD, 512 MB de RAM, sendo 8 Mb compartilhados para vídeo e o processador é um AMD Turion 64 X2 de 1.8 GHz.

A instalação começa com uma tela preta e uma barra de status que logo dá lugar a uma janela para escolha do idioma de instalação (apenas o inglês está disponível) e opções regionais (estas tem para todo o mundo). Após a escolha do idioma, o instalador já está pronto para começar. O próximo passo é a formatação do HD. Uma novidade nesta versão, é que o instalador separou uma partição de 200 Mb para o sistema, a qual não podemos acessar. A finalidade desta partição, é que o sistema não fique instalado na primeira partição o que não permitiria a expansão no tamanho desta. Isto ocorre no Windows Vista e não no XP (valeu pela dica Pablo). Após esta etapa a instalação já começa de fato e após duas reinicializações o SO já está instalado e solicitando informações básicas como nome de usuário, nome do micro na rede, senha, atualizações automáticas ou não e fuso horário. Pronto, a área de trabalho já está disponível.

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Sep 28


Ler o jornal impresso todas as manhãs, ligar a TV no horário do telejornal, sintonizar uma estação de notícias no seu rádio, afinal, como você mantém-se informado?

Vivemos na era da informação. Nunca foi tão fácil obtê-la e contestá-la.

Quem nunca ouviu de um professor: “Internet não é fonte de pesquisa”. Pois bem, os tempos mudaram e pretendo defender a internet não só como uma fonte de pesquisa, mas sim como a principal fonte de informações que temos atualmente.

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Sep 16

Junte os termos iPod (o tocador de música digital da Apple) e broadcasting (uma forma de transmissão de dados onde todos os receptores recebem simultaneamente estes dados) e você terá a origem do termo podcast. Exemplificando, podcasts são arquivos de áudio disponibilizados via internet com periodicidade.

Um podcast de verdade deve ter um feed RSS, por meio do qual os ouvintes recebam em seus agregadores os novos episódios. É comum também, que na página do podcast tenha a opção para se ouvir via streaming e a opção de baixar o arquivo no formato mp3.

Se um programa de rádio, por exemplo, disponibiliza o áudio do que foi ao ar para download em sua página, isto não pode ser considerado um podcast, assim como audioblogs também não são.

Detalhes sobre a origem dos podcasts podem ser encontrados nesta página da Wikipédia. Neste post darei um foco especial à utilidade e o poder que esta mídia possui.

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