Jan 22

Início de ano é sinônimo de papelarias lotadas e matérias na TV analisando as listas de material escolar. Quase sempre são pais reclamando dos preços e relevância daquelas 10 caixas de lenços umedecidos.

Uma escola particular em Knoxville, Tenessi, colocou como item na lista para o próximo ano letivo o iPad, aparelho que muitos aqui no Brasil colocaram numa lista bem diferente: a fatura do cartão de crédito de todos os meses de 2011.

A escola, cujo nome, convenientemente, é Webb, quer que seus alunos de 4 a 12 anos tenham em mãos durante as aulas, o tablet da Apple. Aqueles que ainda não o possuem e não quiserem comprar, podem alugar. O aluguel por três anos ficaria em torno de 17 dólares por mês. O modelo mais simples custa hoje, na loja americana da Apple, $499.

Um professor de Inglês entrevistado, disse que apoia a substituição dos livros, pois, segundo ele, “há coisas que podemos fazer melhor nisto [o iPad], do que no papel.”

A ideia, apesar de parecer absurda para alguns, peca apenas por dois motivos. O primeiro é ter fixado o produto a ser adquirido. Ter dispositivos tecnológicos acompanhando a criança em toda sua vida acadêmica de forma orgânica, é exatamente o que esperamos para o futuro, mas não apenas com iPad. Será que eles aceitarão o Galaxy Tab ou um netbook? O segundo motivo, ao meu ver, praticamente anula toda a inovação que querem fazer. Redes sociais, como Twitter e Facebook, permanecem bloqueados na rede da escola. Assim, os alunos continuarão “aprendendo” como utilizar estes serviços fora do ambiente de ensino, que como diz Luli Radfahrer[1] em suas palestras, é por si só uma rede social.

Links do post:
[1] Site do professor Luli Radfahrer

Fonte: Fast Company
Via Twitter por meio de @jessie_small e @cristianobunte

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Sep 30

Google Street View - Praça Sete - BH

Como esperado, foi lançado o Google Street View na manhã desta quinta-feira.

Por enquanto, apenas Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e algumas poucas cidades próximas a essas, como Ouro Preto, em Minas Gerais, contam com a visão no nível da rua.

Para ter tal visão, acesse o Google Maps [1] e arraste o bonequinho amarelo que encontra-se à esquerda do mapa, acima da barra de zoom, para a rua desejada.

Links do post:
[1] Google Maps

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Sep 25

No dia três de julho de 2009, alertamos nossos leitores para ficarem atentos e sorrirem quando vissem os carros da Google que começariam a fotografar Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, apesar dos rostos serem desfocados no serviço Street View.

Mais de um ano depois, a Google anunciou que na próxima quinta-feira, 30 de setembro de 2010, o Google Street View Brasil será lançado oficialmente em um evento em São Paulo.

Como bons nerds, mal podemos esperar a hora de navegar pelas paisagens que vemos todos os dias na vida real, agora na tela.

Links do post:
Google Street View no Brasil

Fonte: Google Discovery

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Sep 11

Aurélio reconhece "novas" palavras

Se eu dissesse: “Após tuitar, blogarei sobre a preferência dos nerds com relação aos blu-ray players”, não estaria incorreto, mas vários defensores do português tradicional provavelmente iriam me corrigir e reclamar do excesso de expressões em inglês.

O dicionário Aurélio, talvez o mais conhecido do Brasil, agora reconhece, como sendo verbos, tuitar, blogar e outros que são um “aportuguesamento” de palavras em inglês.

Se quiser falar dos seus livros digitais, e-book agora consta no dicionário. O assunto é os leitores de livros digitais que fazem mais do que exibir e-books? Por que não tablet, que também está lá?

Não concordo com ações, como a do governo federal, que substitui em seus portais a palavra site por sítio, por exemplo. Assim como não concordo com o excesso de jargões e admito, por ter trabalhado um tempo na área de suporte, que é difícil evitá-los e entender que a pessoa à sua frente, ou do outro lado da linha, pode não ter a mínima ideia do que seja drive, driver, mouse ou touchscreen.

Ter essas ditas novas palavras no dicionário não quer dizer que podemos usá-las sem regras por aí, mas talvez o reconhecimento delas dê maior abertura para que sejam inseridas, por exemplo, no sistema de ensino. Em vez de recriminar a criança por usar um termo comum à Internet como se ela estivesse usando uma palavra errada, o foco poderia passar para o momento certo de usar essas palavras.

Fonte: G1
Imagem adaptada de www.foxtrot.com

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Mar 05

O que vocês acham de uma máquina com as seguinte especificações:

RAM: 1,6 terabytes
HD: 145 terabytes
Processadores: 212 processadores Intel Quad Core (848 núcleos de processamento)

Esta é a super-máquina que será inaugurada no próximo dia 9 de março de 2010 no ICEx, Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, em Belo Horizonte.

O equipamento custou 1 milhão de reais e será utilizado para pesquisas científicas nos campos da química, física quântica, engenharia, geociência, bioinformática e computação. Ao entrar em operação, será o maior em termos de processamento e capacidade de armazenamento em Minas Gerais.

Apesar dos números impressionantes, ele ainda está bem atrás dos maiores supercomputadores do mundo que superam a incrível marca de 500 teraflops, ou seja, 500 trilhões de operações de ponto flutuante por segundo. O da UFMG teoricamente atingirá 9 teraflops, mas ainda assim será se grande valia para impulsionar a pesquisa científica no nosso estado.

Fonte: UMFG
Dica enviada por: Bernardo Schuchter

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Oct 28

Quando ouvimos falar sobre viagens espaciais, temos a tendência de projetar em nossas mentes a imagem dos ônibus espaciais da NASA. São cinco: Columbia, Challenger, Atlantis, Discovery e Endeavour, sendo que destes, apenas os três últimos ainda estão em atividade. Os outros dois foram destruídos em acidentes.

Em 28 de janeiro de 1986, durante a decolagem, uma explosão destruiu o Challenger e no dia 1º de fevereiro de 2003, no momento da reentrada na atmosfera, numa altitude de 61.870 metros e voando à velocidade de 20.120 KM/h, o Columbia desintegrou-se. Esta última tragédia foi devido a placas protetoras na “barriga” da espaçonave, mais precisamente em uma das asas, terem se soltado. Como ao entrar na atmosfera, qualquer objeto tende a incendiar-se devido ao atrito com o ar, os ônibus espaciais fazem a reentrada de barriga, onde têm uma proteção especial contra o calor, proteção esta que estava comprometida no Columbia. Já no Challenger, o problema encontrava-se num dos foguetes auxiliares, no qual,  uma borracha para vedar gases provenientes do combustível sólido que estes utilizam falhou, causando sua explosão seguida da explosão do tanque externo de combustível líquido e consequentemente do ônibus.

Neste dois acidentes, 14 astronautas morreram.

Muitos anos se passaram, dezenas de outras missões foram completadas com sucesso, mas a NASA, juntamente com várias outras agências espaciais ao redor do mundo, está trabalhando em novas maneiras mais eficientes e seguras de avançarmos cada vez mais nesta exploração do universo.

Hoje, 28 de outubro de 2009, a agência espacial norte americana fez o primeiro voo de teste do ARES I-X, foguete que lançará naves Orion que substituírão a frota de ônibus espaciais que finalmente serão aposentados em 2010. Este projeto, para criação de novas naves espaciais tripuladas por humanos, recebeu o nome de Projeto Constellation que além dos foguetes ARES e da nave Orion, abrange também o módulo lunar Altair.
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Jul 08

gmail_no_betaÉ incrível como, em se tratando de Google, pequenos detalhes podem render assunto. Um destes detalhes que, procuro nem pensar muito no por que, fazem-me redigir estas linhas para comentar a notícia, é que a Google retirou a palavra beta de alguns serviços, como o Gmail e Google Agenda. Segundo o TechCrunch, o Google Talk e o Docs também estariam sem a palavra, mas até a hora em que este post era escrito (00:50 – 08/07/09), o beta continuava nestes dois últimos.

Aqui no Um-byte já explicamos neste post porque a Google utiliza a designação beta em alguns de seus “produtos”. A retirada aparentemente foi para agradar clientes empresariais.

Fonte: Gizmodo

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Jun 24

livroDeixarei de lado a convencional estrutura que insere conclusões no final e começarei respondendo a pergunta do título com: – Folhear um livro.

Você, caro leitor, já deve ter ouvido falar em leitores de e-books. Se não, ou se conhece só os aplicativos que fazem isso no micro, não se preocupe, pois não é um aparelho encontrado facilmente, pelo menos aqui no Brasil.

O mais famoso é o Kindle, da Amazon. Com a espessura de um lápis e demais medidas que aproximam-se de um livro convencional, ele possui uma tela que ocupa quase toda a extensão frontal do aparelho, deixando espaço para um pequeno teclado útil para fazer anotações nos livros, e teclas de controle. Tem capacidade para armazenar 3.500 livros na versão DX. A compra do aparelho e de livros digitais é feita através do site da Amazon e até a última vez que conferi, não era tarefa fácil para quem não é cidadão dos EUA.

Com base na aceitação  de mercado do Kindle e percebendo que aqui no Brasil, por exemplo,  a quantidade de pessoas que corriqueiramente usam smartphones para ler tem aumentado, ou melhor, a quantidade de pessoas que tem smartphone tem aumentado, a BraView apostará com seu leitor de e-books.

De formato parecido ao Kindle, com exceção da falta de teclado, o BraView possui tela com resolução de 800×600 e autonomia de bateria para até 8000 páginas. Exibir uma página não gasta bateria, apenas o ato de trocar de página o faz.

O aparelho ainda não foi lançado. A BraView está em busca de parceiros não só para o produto, mas também para conteúdo pro mesmo.

Retornando à minha conclusão, no primeiro parágrafo, pode ser uma questão de preferência pessoal, mas não acho que leitores digitais substituírão os livros. Coexistirem, tudo bem, mas para pessoas, que como eu, buscam nos livros uma fuga da realidade e tentam se desligar de tudo, inclusive de “parafernálias” eletrônicas, Kindle e companhia não é um gadget desejado. Além do mais, pretendo um dia ter em minha casa uma vasta biblioteca, com estantes lotadas de livro de diferentes tamanhos e cores, não um aparelho com todos estes livros.

Fonte: Gizmodo

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Jun 16

google-wave-logoA Google prometeu, ainda para este ano, uma revolução na forma como nos comunicamos pela web. Nas palavras da toda poderosa: “Google Wave is a new tool for communication and collaboration on the web, coming later this year.

Explicar o que é o Wave é tarefa difícil no momento, já que poucos puderam utilizá-lo. Nosso conhecimento sobre a ferramenta resume-se a vídeos demonstrativos.

Pelo que vi e li até o momento, parece que será algo realmente novo comparado ao que temos atualmente na web. Uma ferramenta que centraliza os principais serviços da Google, como Gmail, Gtalk, Google Docs e outros, numa única tela é animador. Quanto menos “janelas” melhor (juro que não planejei este trocadilho).

O Gizmodo publicou uma série de perguntas e respostas sobre o Wave. Confira neste link.

Fonte: Gizmodo

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Jun 13

e1107“Pegar um Sol” é atividade típica do pessoal do litoral e de mineiros em feriados prolongados, que descem em “bandos”, principalmente para as praias capixabas.

A Samsung quer dar um banho de Sol é no seu novo celular, o Crest Solar (E1107), que possui uma placa que captura a luz/calor do Sol e recarrega a bateria em qualquer local onde haja incidência de raios do nosso Astro.

O modelo não chega a ser uma revolução, apesar de ser o primeiro no mundo, e não identifiquei, ainda, o público alvo. Dotado de recursos básicos, é um simples celular que para obter de cinco a dez minutos de conversação, deve ser exposto ao Sol por uma hora.

Como a forma de recarga provavelmente não é exclusiva de luz solar, um dos atrativos do aparelho em alguns países pode ser o preço. Na Índia as vendas começaram por US$ 59,00 (R$115,00). No Brasil, não há previsão para o lançamento.

Acabou-se a desculpa: “Estava sem bateria!”, exceto para os moradores dos pólos.

Fonte: G1

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