Desde o último dia 16, ocorre em Estocolmo, na Suécia, o julgamento do maior site de torrents do mundo, o Pirate Bay. A ação contra o site teve início em 2006, quando uma associação de estúdios conseguiu a apreensão de servidores no data center onde estava hospedado, mas desde aquele ano, o serviço voltou ao ar várias vezes, desafiando tudo e todos.
Os fundadores do site, além de dois anos de prisão, podem ser obrigados a pagar mais de 100 milhões de dólares, reclamados pela IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica) para cobrir prejuízos dos artistas e produtoras.
Pirataria, seja de software ou material audiovisual, é um assunto que gera longas discussões e até hoje, não foi encontrada uma solução para este problema, pelo menos no caso de filmes e músicas. No universo dos softwares, os free e de código livre atendem praticamente todas as necessidades de usuários em qualquer parte do globo.
Para inteirar-se no assunto e descobrir por que o download (veja bem, o download em sua casa e a não comercialização) de seriados não é considerado pirataria, recomendo que ouçam o Rapaduracast número 59, que apesar de ter sido lançado há pouco mais de um ano, continua atual.
Fonte: Gizmodo e Info
Atualização: Uma das acusações contra o PirateBay já foi retirada. Além da acusação de o site oferecer links para baixar arquivos, existia também a de reproduzir obras protegidas. A defesa entende que reproduzir significaria oferecer um serviço de streaming, de filmes ou seriados, por exemplo. O que realmente não é feito. O promotor aceitou o argumento e retirou esta acusação do processo.
Atualização II: Nesta terça, 03/03/09, o julgamento acabou. E, como já esperado, os autores do Piratebay foram inocentados. Como o processo ocorreu em primeira instância, os autores do processo poderão recorrer.
Fonte: BR-Linux.org
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